Hobbes e Locke

Premissas

Temas Locke Hobbes
Natureza Humana Ser humano é por natureza um animal social. Ser humano não é por natureza um animal social, a sociedade só existe devido ao poder do Estado.
Estado de Natureza No Estado de Natureza, a maioria dos seres humanos mantê m suas promessas e honram suas obrigações, e apesar de inseguro, o e. n é pacífico, bom e agradável. Qualquer lugar no qual é socialmente aceitável para um indivíduo punir por si mesmo as ofensas feitas contra ele está em estado de natureza. Tal estado é inseguro, mas conflitos violentos são frequentemente resolvidos pela punição dos malfeitores e a paz é a norma. Não há sociedade; e o que é pior, todos estão submetidos a medo e risco de morte violenta continuos; a vida dos ser humano é solitária, ruim, pobre, brutal e curta.
Conhecimento sobre a lei natural Humanos sabem o que é certo e o que é errado e são capazes de saber suficientemente o que está de acordo ou contra a lei de maneira a resolver os conflitos. Em particular, são capazes de apontar a diferença entre o que é seu e o que pertence a outrem. Infelizmente, nem sempre eles agem de acordo com esse conhecimento. Nosso conhecimento de verdades objetivas é fraco e ruim. No e.n as pessoas não sabem distinguir o que é delas e o que é dos outros. Propriedade só existe de acordo com a vontade do soberano, por isso no e.n os homens são condenados a conflitos sem fim. Na prática, a moralidade é meramente um comando criado por alguém.
Conflito Paz é a norma, e deve ser a norma. Podemos e devemos viver juntos em paz, respeitando a propriedade e o direito a vida dos outros. Na maioria das vezes é o que fazemos. Seres humanos não podem distinguir o bom do mau, e por isso, só podem viver juntos em paz se estiverem submetidos ao poder absoluto de um soberano, e por isso mesmo não é possível haver paz entre reis. Paz entre Estados é simplesmente uma Guerra disfarçada.

Conclusões

Temas Locke Hobbes
Contrato Social Abrimos mão de punir nossos ofensores nós mesmo em troca de uma justiça imparcial que se fundamenta no monopólio da força.   Mantemos nosso direito a vida e a nossa liberdade, e ganhamos o direito a proteção justa e imparcial de nossa propriedade. Se você segue os mandos do soberano você terá o direito de não morrer, porem o soberano tem direito inclusive de acabar com vidas se isso for relevante para o governo.
Violação do Contrato Social Se um soberano busca poder absoluto, se ele age como juiz e parte nas disputas, ele coloca-se em estado de Guerra com seus suditos e esses tem o direito e o DEVER de matar tal soberano e aqueles que o servem. Não há direito a rebelião. Nada constitui violação do contrato por parte do soberano; A vontade do governante define o que é bom e mal para os cidadãos, ele não pode fazer algo errado, porque os critérios de certo, errado, legal e ilegal são definidos por ele.
Sociedade Civil A sociedade civil precede o Estado, moralmente e historicamente. A sociedade cria ordem e garante a legitimidade do Estado. A sociedade civil é uma criação do Estado.
Direitos Humanos tem direitos por natureza Você cede seus direitos ao soberano, em troca da sua vida.
Papel do Estado O único papel importante do Estado é garantir que a justiça seja feita. Qualquer coisa que o Estado faz é justa por definição. Tudo na sociedade é uma criação direta do Estado e um reflexo da vontade do governante.
Uso autorizado da força Autorização não tem sentido, mas ela nos dá razão para acreditar que o uso da força é justo. Se a autorização não nos dá tal confiança, seja porque o Estado é uma parte na disputa, ou porque os atos e abusos passados por parte do   Estado, então estamos de volta ao estado de natureza. O conceito do uso justo da força é sem sentido e não pode ser conhecido. O uso justo da força é qualquer força que seja autorizada.

documentários bioética

caras/os alunas/os do terceiro ano,

seguem os videos para a produção da resenha. São três documentários acerca de direitos sexuais e reprodutivos produzidos pela Instituto de Bioética – ANIS. A proposta da atividade é que vocês escolham um ou mais desses documentários para produzir uma resenha crítica; para além de se prenderem a estrutura de uma resenha, espero que utilizem a forma para refletir criticamente sobre a temática e possam explorar as questões de maneira profunda.

Formato esperado:
– arquivo de texto (a ser enviado por email) em word ou pdf;
– texto, com cabeçalho que contenha nome, turma, disciplina e data;
– o texto deve conter de 800 a 1500 palavras fonte arial, espaço 1,5;
– é necessário apontar as referência utilizadas na confecção do texto;
– não há necessidade de capa.

Critérios de avaliação:
– enquadramento no formato;
– estrutura argumentativa;
– conexões com as leituras e discussões em sala de aula, bem como com o próprio “texto” dos documentários;
– criatividade.

A produção, para além do combinado, valerá 3 pontos =)