oikos e polis

Para essa atividade você deve abrir o editor de texto, produzir um texto e enviar por email para alice.gabriel@ifg.edu.br

Com base no texto de FLORIANO (disponível AQUI) vamos pensar acerca de OIKOS  e POLIS. Produza um texto a partir do texto lido.
seu texto deve necessariamente apresentar:

1- uma ideia geral do que eram oikos e polis;

2- sua relação com privado/público;

3- exemplos de relações que ocorrem no âmbito privado e de relações que se dão no âmbito público;

4- refletir sobre a oposição entre oikos e polis e sua relação com a liberdade

5- imaginar e descrever a importância que a separação entre as duas esferas pode ter tido para o surgimento do ideal democrático entre os atenienses;

6- uma reflexão acerca dos dias de hoje: ainda faz sentido a separação rígida entre público e privado?

atividade- Estética

Leia o seguinte artigo e responda as questões que se seguem. As respostas devem ser enviadas para alice.gabriel@ifg.edu.br

1- De acordo com Monroe Bradley o que é a estética e sobre o que se debruça? Qual a relação que Robinson estabelece entre o trabalho do crítico de arte e as questões filosóficas?

2- O que é estética? O que significa? Qual sua primeira formulação?

3- Como racionalismo e empirismo contribuem para discussões estéticas? Que crítica empiristas como Hume fazem a ideia de um padrão do que é belo? O que é um juízo estético e como Kant lida com a questão do belo?

4- O que é techne e qual sua relação com a concepção platônica da arte?

5- Descreva a concepção de arte como imitação e suas críticas.

6- Descreva a concepção de arte como expressão e suas críticas.

7- Descreva a concepção de arte como catarse.

atividade avaliativa 1o. ano

Com base nas discussões em sala de aula produza um texto imaginando que você é um filósofo racionalista ou empirista. Seu texto deve conter:
– uma concepção de cada uma das posições (com suas características básicas)
– uma defesa de uma das posições;
– críticas a posição contrária.

mande o resultado para alice.gabriel@ifg.edu.br

Kant – criticismo

Com base nos seguintes textos, escreva um pequeno texto respondendo:
a) o que é o criticismo kantiano?
b) como o criticismo está em débito com o racionalismo e o empirismo?
c) que papel o espaço e o tempo desempenham na teoria kantiana?
d) quais são as categorias kantianas?
e) qual a diferença entre conhecimento a priori e a posteriori?

mande para o email alice.gabriel@ifg.edu.br

texto 1

texto 2

Hobbes e Locke

Premissas

Temas Locke Hobbes
Natureza Humana Ser humano é por natureza um animal social. Ser humano não é por natureza um animal social, a sociedade só existe devido ao poder do Estado.
Estado de Natureza No Estado de Natureza, a maioria dos seres humanos mantê m suas promessas e honram suas obrigações, e apesar de inseguro, o e. n é pacífico, bom e agradável. Qualquer lugar no qual é socialmente aceitável para um indivíduo punir por si mesmo as ofensas feitas contra ele está em estado de natureza. Tal estado é inseguro, mas conflitos violentos são frequentemente resolvidos pela punição dos malfeitores e a paz é a norma. Não há sociedade; e o que é pior, todos estão submetidos a medo e risco de morte violenta continuos; a vida dos ser humano é solitária, ruim, pobre, brutal e curta.
Conhecimento sobre a lei natural Humanos sabem o que é certo e o que é errado e são capazes de saber suficientemente o que está de acordo ou contra a lei de maneira a resolver os conflitos. Em particular, são capazes de apontar a diferença entre o que é seu e o que pertence a outrem. Infelizmente, nem sempre eles agem de acordo com esse conhecimento. Nosso conhecimento de verdades objetivas é fraco e ruim. No e.n as pessoas não sabem distinguir o que é delas e o que é dos outros. Propriedade só existe de acordo com a vontade do soberano, por isso no e.n os homens são condenados a conflitos sem fim. Na prática, a moralidade é meramente um comando criado por alguém.
Conflito Paz é a norma, e deve ser a norma. Podemos e devemos viver juntos em paz, respeitando a propriedade e o direito a vida dos outros. Na maioria das vezes é o que fazemos. Seres humanos não podem distinguir o bom do mau, e por isso, só podem viver juntos em paz se estiverem submetidos ao poder absoluto de um soberano, e por isso mesmo não é possível haver paz entre reis. Paz entre Estados é simplesmente uma Guerra disfarçada.

Conclusões

Temas Locke Hobbes
Contrato Social Abrimos mão de punir nossos ofensores nós mesmo em troca de uma justiça imparcial que se fundamenta no monopólio da força.   Mantemos nosso direito a vida e a nossa liberdade, e ganhamos o direito a proteção justa e imparcial de nossa propriedade. Se você segue os mandos do soberano você terá o direito de não morrer, porem o soberano tem direito inclusive de acabar com vidas se isso for relevante para o governo.
Violação do Contrato Social Se um soberano busca poder absoluto, se ele age como juiz e parte nas disputas, ele coloca-se em estado de Guerra com seus suditos e esses tem o direito e o DEVER de matar tal soberano e aqueles que o servem. Não há direito a rebelião. Nada constitui violação do contrato por parte do soberano; A vontade do governante define o que é bom e mal para os cidadãos, ele não pode fazer algo errado, porque os critérios de certo, errado, legal e ilegal são definidos por ele.
Sociedade Civil A sociedade civil precede o Estado, moralmente e historicamente. A sociedade cria ordem e garante a legitimidade do Estado. A sociedade civil é uma criação do Estado.
Direitos Humanos tem direitos por natureza Você cede seus direitos ao soberano, em troca da sua vida.
Papel do Estado O único papel importante do Estado é garantir que a justiça seja feita. Qualquer coisa que o Estado faz é justa por definição. Tudo na sociedade é uma criação direta do Estado e um reflexo da vontade do governante.
Uso autorizado da força Autorização não tem sentido, mas ela nos dá razão para acreditar que o uso da força é justo. Se a autorização não nos dá tal confiança, seja porque o Estado é uma parte na disputa, ou porque os atos e abusos passados por parte do   Estado, então estamos de volta ao estado de natureza. O conceito do uso justo da força é sem sentido e não pode ser conhecido. O uso justo da força é qualquer força que seja autorizada.